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Treinamentos estruturados para aplicação prática e capacitação de equipes.
Emissão do certificado após o atendimento aos requisitos de conclusão.
Este curso EAD de DROPS – Prevenção Contra Queda de Objetos – foi desenvolvido para profissionais que atuam em trabalho em altura, plataformas de petróleo, sondas de perfuração, guindastes e ambientes industriais complexos, alinhado às Normas Regulamentadoras brasileiras NR‑01, NR‑12, NR‑35 e NR‑37.
Com base no Dropped Objects Prevention Scheme (DROPS), o treinamento apresenta fundamentos avançados, causas raiz, engenharia de barreiras e práticas de planejamento operacional para reduzir riscos de queda de materiais, ferramentas e componentes suspensos, integrando inclusive requisitos contratuais da cadeia de óleo e gás.
Técnicos e engenheiros de segurança do trabalho
Supervisores de manutenção, operação e inspeção
Profissionais de plataformas de petróleo, sondas, PLSVs e floteis
Integrantes de equipes de SMS, GRO/PGR e auditoria interna
Gestores responsáveis por contratos com exigências de DROPS e prevenção de queda de objetos
Origem e ecossistema do Dropped Objects Prevention Scheme (DROPS), histórico de criação e expansão para setores de alta complexidade.
Papel do DROPS como fórum internacional que unifica terminologias, padroniza metodologias e estabelece Recommended Practices baseadas em dados históricos de engenharia.
Física do impacto: como a gravidade converte energia potencial em energia cinética durante uma queda livre, usando gráficos e a “Calculadora DROPS” para demonstrar a severidade de pequenos objetos.
Exemplos de letalidade: parafusos caindo de dezenas de metros a alta velocidade, porcas e componentes perfurando capacetes padrão, entre outros cenários reais.
Classificação científica em objetos estáticos (queda apenas por gravidade e falha de fixação primária) e dinâmicos (queda desencadeada por forças externas ambientais, mecânicas ou humanas).
Interface da queda de objetos com as Normas Regulamentadoras brasileiras:
NR‑01 (GRO/PGR): mapeamento sistemático de perigos suspensos e registro no Inventário de Riscos.
NR‑35 (Trabalho em Altura): análise de risco para atividades acima de 2 metros, incluindo medidas impeditivas de queda de materiais e barreiras coletivas.
NR‑12 (Segurança em Máquinas e Equipamentos): exigência de que carenagens, proteções e componentes permaneçam presas à estrutura mesmo quando soltos.
NR‑37 (Plataformas de Petróleo): foco em vistorias estruturais frequentes em áreas de alta criticidade vertical, como torres de perfuração (derricks).
Requisitos contratuais da cadeia de óleo e gás:
Exigência de filiação ativa ao fórum internacional DROPS Global.
Implementação prática do Livro de Registro de Fixações Confiáveis (Reliable Securing Handbook Framework) em sondas, plataformas e navios de lançamento de linhas (PLSVs).
Corrosão galvânica e atmosférica: degradação silenciosa de fixações por umidade, névoa salina e contato elétrico entre metais diferentes.
Vibração de alta e baixa frequência: micro‑vibrações de motores, compressores e equipamentos rotativos que levam ao relaxamento de parafusos e perda de torque.
Desorganização operacional (falha de housekeeping): riscos decorrentes de materiais esquecidos em locais suspensos após manutenções (porcas, arruelas, chaves, consumíveis).
Erros de montagem e modificações provisórias: “gambiarras” de engenharia, uso de parafusos sem especificação, fixação temporária com fitas plásticas expostas às intempéries.
Içamento e movimentação de cargas: perigos dinâmicos em cargas mal estroposadas, tubos içados sem proteção de bocal e colisões com passadiços e plataformas suspensas.
Fixação primária: métodos de projeto para garantir estabilidade durante toda a vida útil, com porcas autotravantes (Nyloc), arruelas de pressão de dupla face (Nord‑Lock) e soldagem definitiva.
Retenção secundária: barreiras mecânicas redundantes que entram em ação após falha da fixação primária, com foco em minimizar o comprimento útil dos cabos e a energia de impacto.
Dispositivos de retenção secundária: cabos de aço inox (safety lanyards), redes de contenção sintéticas, contrapinos e cupilhas de segurança.
Ferramentas amarradas: controle de 100% dos materiais de trabalho em altura, uso de pontos de ancoragem originais, anéis de fixação termoencolhíveis homologados, talabartes com absorção de impacto e bolsas/baldes de transporte com fechamento estanque.
Controle coletivo de área e zonas de exclusão: instalação de malhas metálicas ou telas em pisos vazados, isolamento rígido da projeção vertical da área de risco, dimensionamento do raio de segurança considerando ricochetes e efeito pêndulo.
Processos de check‑in e check‑out de materiais: controle rígido do inventário de ferramentas que sobem com o técnico, registro no início e reconferência ao fim do turno.
Procedimentos em caso de discrepância de contagem: isolamento imediato da área e inspeção até localização do item faltante.
Checklist DROPS de campo: barreira preventiva obrigatória, preenchida coletivamente antes do trabalho em altura, revisão de isolamento inferior, integridade de talabartes, retenções adicionais e condições ambientais.
Matriz de responsabilidades (RACI):
Trabalhador/Executante: housekeeping, inspeção de ferramentas, aplicação de amarrações e exercício do Direito de Recusa em condições inseguras.
Supervisor de área/líder: verificação formal do checklist pré‑tarefa, controle de trabalhos simultâneos verticalmente sobrepostos.
Engenharia de SMS: auditoria de zonas de exclusão, adequação do PGR, catalogação de quase‑acidentes e condução de investigações sistemáticas.
Auditoria e Gestão de Mudanças (MOC): fluxo formal antes de alterar peso, geometria ou fixação de componentes suspensos, evitando improvisos sem cálculo estrutural e sem reavaliação da retenção secundária.
Modalidade 100% EAD, com acesso pela plataforma Instituto Elite em qualquer dispositivo conectado à internet.
Carga horária total: 3 horas, distribuídas em vídeo‑aulas, material de apoio e atividades de fixação.
Certificado digital emitido ao final, reconhecendo a conclusão do Treinamento DROPS EAD – Prevenção Contra Queda de Objetos em Trabalho em Altura.
Redução de incidentes e quase‑acidentes por queda de objetos em ambientes com trabalho em altura.
Adequação às exigências legais das NRs e requisitos contratuais de grandes operadoras de óleo e gás.
Fortalecimento da cultura de segurança, da governança de riscos e da confiabilidade operacional em estruturas complexas.